Ainda a propósito...

do post anterior, vale a pena ler estas palavras de Pat Buchanan (que não é propriamente um “nazi”), sobre como se deve lidar com a invasão:
«Few in this debate call for creation of a national police to begin Palmer Raid roundups of nannies. The agreed-upon strategy for dealing with this crisis of Bush’s creation is, in a word, attrition.
The crucial steps are these. Build a fence along the 2,000-mile border to stop the flood. End welfare benefits to illegal aliens, except emergency medical treatment. Vigorously prosecute employers who hire illegals. Cease granting automatic citizenship to “anchor babies” of illegals who sneak across the border to have them. Take care of mother and child, then put them on a bus back home.
Turn off the magnets, and the illegals will not come. Cut off the benefits, and they will not stay. In five years, the crisis will be over.»
Os imigracionistas têm por hábito utilizar o argumento do “facto consumado” (que parece servir para tudo: “o consumo de droga existe, logo é preferível legalizá-lo”, “o aborto existe, logo devemos legalizá-lo”, etc.) para legitimar a invasão. Como a desonestidade é a imagem de marca dos imigracionistas, costumamos ouvi-los dizer que “já cá estão milhares/milhões de imigrantes, não é possível juntá-los todos e deportá-los!” ou ainda “e querem fazer o quê com os milhares/milhões que já cá estão? Metê-los num campo de concentração?”. Estes “argumentos” têm como objectivo despoletar na mente de quem os ouve imagens atrozes de refugiados e campos de concentração para assim silenciar o opositor… afinal de contas, quem é que quer ser colado a imagens de extermínios e limpezas étnicas? O problema é que esse argumento não passa de um “straw man”, como diz Buchanan. Ninguém pretende encarcerar os imigrantes em campos de concentração ou levar a cabo detenções e expulsões maciças – ninguém pretende expulsar, de hoje para amanhã, todos os imigrantes. Basta que haja vontade de aplicar a lei!
Por outro lado, os imigracionistas costumam também (como nos casos da droga ou do aborto) utilizar o argumento da inevitabilidade: “Não adianta proibir a imigração, eles virão para cá na mesma! É preferível aceitar este facto e incentivar a imigração legal.” Também este argumento é falso. Como muito bem diz Buchanan: “Turn off the magnets, and the illegals will not come. Cut off the benefits, and they will not stay.” Acabemos com os incentivos, e os imigrantes chegarão – rapidamente – à conclusão de que o trabalho de chegar até aqui não compensa.

posted by Nacionalista @ 10:48 da tarde,

1 Comments:

At 4:12 da tarde, Anonymous Anónimo said...

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Porque será?

 

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