Fim

Um ano e um mês depois, é chegada a altura de dar por terminada esta viagem. O tempo é pouco e não dá para tudo, há que fazer escolhas. Termina o Vanguarda, mas o Vanguardista vai continuar a “andar por aí”.

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Petição contra a independência do Kosovo

A petição on-line pode ser assinada aqui. Não custa nada e não se perde nada em tentar.

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Recomendações

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Não há escrita, mas há música (II)

Malnatt - Camicia Nera

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Não há escrita, mas há música (I)


Division 250 - Polvora y Sangre

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Uma causa que vale a pena

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“Grandes Portugueses”

Vi há pouco o programa “Grandes Portugueses” da RTP1. Aspecto positivo: não foi tão mau como pensei que seria. Aspecto negativo: Jaime Nogueira Pinto, encarregado de “defender” Salazar, entrou logo à defesa. O estadista teria tido também as suas falhas, cometeu muitos erros, tinha os seus defeitos… Enfim, enquanto os outros exaltavam os “seus” candidatos, JNP quase que pedia desculpa por defender o professor. Momento especialmente cómico: quando Maria Elisa pergunta a JNP se não o preocupava a hipótese de o vencedor (referindo-se a Salazar) poder ser um anti-democrata. Olhando para a lista dos “10 Grandes Portugueses” parece-me que nenhum dos candidatos ficou célebre pelo seu “democratismo”!… E que pena que não tenha feito a mesma pergunta a Odete Santos.

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Estou farto!

Estou farto. Estou farto de séries sobre malvados racistas brancos que assassinam pretos angelicais. Quero séries sobre os Kriss Donalds, sobre Quita Hague e Richard Hague, sobre Ken Tillery ou sobre os milhares de trabalhadores brancos que são as vítimas mais prováveis de um ataque racista. Estou farto da constante vitimização dos pretos e da constante diabolização dos brancos. Exigo um pouco de respeito pela realidade!

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Ainda a propósito...

do post anterior, vale a pena ler estas palavras de Pat Buchanan (que não é propriamente um “nazi”), sobre como se deve lidar com a invasão:
«Few in this debate call for creation of a national police to begin Palmer Raid roundups of nannies. The agreed-upon strategy for dealing with this crisis of Bush’s creation is, in a word, attrition.
The crucial steps are these. Build a fence along the 2,000-mile border to stop the flood. End welfare benefits to illegal aliens, except emergency medical treatment. Vigorously prosecute employers who hire illegals. Cease granting automatic citizenship to “anchor babies” of illegals who sneak across the border to have them. Take care of mother and child, then put them on a bus back home.
Turn off the magnets, and the illegals will not come. Cut off the benefits, and they will not stay. In five years, the crisis will be over.»
Os imigracionistas têm por hábito utilizar o argumento do “facto consumado” (que parece servir para tudo: “o consumo de droga existe, logo é preferível legalizá-lo”, “o aborto existe, logo devemos legalizá-lo”, etc.) para legitimar a invasão. Como a desonestidade é a imagem de marca dos imigracionistas, costumamos ouvi-los dizer que “já cá estão milhares/milhões de imigrantes, não é possível juntá-los todos e deportá-los!” ou ainda “e querem fazer o quê com os milhares/milhões que já cá estão? Metê-los num campo de concentração?”. Estes “argumentos” têm como objectivo despoletar na mente de quem os ouve imagens atrozes de refugiados e campos de concentração para assim silenciar o opositor… afinal de contas, quem é que quer ser colado a imagens de extermínios e limpezas étnicas? O problema é que esse argumento não passa de um “straw man”, como diz Buchanan. Ninguém pretende encarcerar os imigrantes em campos de concentração ou levar a cabo detenções e expulsões maciças – ninguém pretende expulsar, de hoje para amanhã, todos os imigrantes. Basta que haja vontade de aplicar a lei!
Por outro lado, os imigracionistas costumam também (como nos casos da droga ou do aborto) utilizar o argumento da inevitabilidade: “Não adianta proibir a imigração, eles virão para cá na mesma! É preferível aceitar este facto e incentivar a imigração legal.” Também este argumento é falso. Como muito bem diz Buchanan: “Turn off the magnets, and the illegals will not come. Cut off the benefits, and they will not stay.” Acabemos com os incentivos, e os imigrantes chegarão – rapidamente – à conclusão de que o trabalho de chegar até aqui não compensa.

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O governo alemão aprovou, recentemente, um conjunto de medidas no sentido de apoiar e incentivar a natalidade, mas, como bem escreve HNO, estas medidas só fariam sentido “conquanto se aplicassem a europeus”… e parece que não é o caso.

Costuma dizer-se que os deuses enlouquecem primeiro aqueles que pretendem destruir, e nós devemos mesmo estar loucos. Não só abrimos as nossas portas e aceitamos no nosso seio povos que nos são estranhos (e já Aristóteles avisava que isso era causa de guerra civil) como ainda os financiamos!

Qualquer tentativa séria de reverter a nossa decadência demográfica exige, antes de mais, a reforma das leis de nacionalidade no sentido do “jus sanguinis”, só assim poderemos assegurar que, dentro em breve, não seremos nós a minoria!

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Chegou o Nonas!

Achtung! Achtung! O Nonas chegou à blogoesfera! Já está linkado.

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Ano novo, template novo!

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Morreu Saddam Hussein

Saddam Hussein foi enforcado durante a madrugada de hoje; os seus carrascos negaram-lhe o fuzilamento, a última humilhação, e executaram-no como se de um vulgar criminoso se tratasse.

Nunca simpatizei especialmente com a figura de Saddam Hussein e conheço tão pouco do seu regime que seria incapaz de fazer a sua defesa ou condenação, por isso pensei, inicialmente, não escrever nada sobre o acontecimento e assinalá-lo apenas com uma imagem do presidente iraquiano (como fez o Arqueofuturista). No entanto, enquanto procurava no Google a tal imagem, encontrei um post de um blogue estrangeiro (americano?) datado de 07/12/2005 bem demonstrativo da farsa que são estes “tribunais de vencedores”.

Lê-se o seguinte:

First, let me make myself clear. Saddam Hussein should have been put down like a rabid dog. The problem is we didn’t. So now we have a whole new set of rules. It was decided to provide Hussein with a trial, lawyers and all. This creates a problem. Now justice must be fair and balanced. This is where the problem creeps in. Look past the courtroom antics of Saddam. What has really been going on?

First a parade of witnesses have come through “testifying” about what they had seen. The witnesses are hidden, so much for facing your accusers. The defense has no idea who they are, or for that matter if they were even in the locations that they claim at the time they claim the events occured. Most of the testimony these witnesses are providing seems to be focus on what happened to other people, not specifically them. Some of it isn’t even what they had seen, it’s what they had heard, or heard from a third party. The whole thing stinks of hearsay. I doubt you would get most of this testimony into an American trial. None of the evidence so far links Saddam to the criminal act. Isn’t that the key to the case? The prosecution must prove: 1. The crimes even took place. 2. Saddam knew about it and didn’t act. and 3. Saddam ordered the criminal action in the first place.

Don’t get me wrong, I think he is guilty and should be executed. Unfortunately, now that it is in a legal arena, the rule of law and evidence must be considered.

My fear in all of this is that they will keep presenting unknown witnesses, of dubious credibility, not allow the defense to know enough to prepare a rebuttal case, and then execute Saddam anyway. It would have been better to have an angry mob take Saddam out and shoot him than to put on a trial in this manner.

I hope things improve. What would happen if he was acquitted due to insufficient evidence?

Este pelo menos é honesto e reconhece logo que mais valia tê-lo despachado “como a um cão raivoso” em vez de manter a farsa.

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Peace, Propaganda & The Promised Land

Peace, Propaganda & The Promised Land é um documentário sobre a cobertura feita pelos media norte-americanos ao conflito israelo-árabe e as “pequenas subtilezas” que inquinam e impossibilitam qualquer compreensão do conflito por parte do público norte-americano. A certa altura os autores referem-se aos media norte-americanos como “occupied territory”… Infelizmente, o facto de esses media serem maioritariamente controlados por judeus parece passar completamente ao lado dos autores e participantes no documentário, também eles maioritariamente judeus, o que é pena, já que com essa informação o documentário faria muito mais sentido. Mas imagino que referir em voz alta esse pequeno “segredo” que toda a gente conhece já seria ir longe demais. De qualquer forma um bom documentário que vale a pena ser visto, quanto mais não seja para se perceber como funcionam os subtis mecanismos de moldagem da opinião pública.

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Guarda de Honra

A banda nacionalista portuense Guarda de Honra acaba de lançar o seu primeiro CD, intitulado Vento do Norte. A avaliar pelos três mp3 disponíveis no site vale bem a pena comprar o CD.

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Notas soltas

- Regresso em grande do Rodrigo à blogoesfera! O Fogo da Vontade já se encontra devidamente linkad0;
- Por algum motivo o link da Legião Vertical desapareceu da coluna da direita. Leitor atento chamou-me a atenção, pelo que o erro já se encontra corrigido. Caso detectem o desaparecimento de mais algum link, não hesitem em avisar;
- Preparo um "projecto" on-line dedicado a Julius Evola. Quem tiver textos em português de/sobre Julius Evola que me avise!;
- Li hoje, numa dessas revistas-suplemento, penso que do JN, um artigo sobre o Natal à portuguesa, antes de haver Pai Natal e compras desenfreadas. O artigo é bastante interessante e tenho a certeza que algum apaixonado dos mitos e lendas indoeuropeias conseguiria detectar em alguns dos costumes relatados traços de continuidade com as antigas lendas da Europa, no entanto, o que mais me chamou a atenção foi um antigo costume que, infelizmente, caiu em desuso. Na noite de Natal era hábito colocar um lugar a mais à mesa, representando os que já se foram (os mortos, os antepassados) mas que continuam connosco. São rituais como este que nos fazem perceber até que ponto perdemos a noção de continuidade, de linhagem, de estirpe e de comunidade.
- E prometo mais assiduidade para o ano que vem. Até 2007!

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Recebido por e-mail

A França muda, a FN também... e tu?

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"Discursos da Revolução"

Recebi hoje o livro Discursos da Revolução, de Benito Mussolini, editado pelas Edições Réquila. Trata-se de um livrinho de 50 e poucas páginas e em formato um pouco maior que A5. Para além dos cinco discursos de Mussolini inclui ainda um posfácio de A. J. Brito, intitulado "A Actualidade do Fascismo", de que transcrevi o último post. Para além do posfácio ainda não li mais nada e limitei-me a folhear o livro, mas parece-me tratar-se de uma edição cuidada e com muito boa apresentação. Recomenda-se, portanto. Os interessados em adquirir o livro podem fazê-lo através do seguinte endereço de correio electrónico: plaatz88@yahoo.es.

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Fascismo e antifascismo

Este [o Fascismo] possui, porém, mais uma forma de actualidade – e uma forma curiosa. É que muito do Fascismo está presente no antifascismo que arrebatadamente condena o primeiro.

Senão, vejamos.

O antifascismo exalta o pluralismo ideológico, aplaude o multipartidarismo, louva a existência de oposições fortes, entende dever-ser indeclinável que os governados sejam os governantes (democracia), sem falarmos num ponto especial a que dedicaremos ulteriores considerações.

Suponhamos, porém, que há imensas pessoas (milhões, por exemplo, como sucedia na Alemanha, em 1933) que são contra o pluralismo ideológico, contra o multipartidarismo, contra a existência de oposição forte, contra a democracia. Ser-lhes-á permitido organizar-se, para fazer enérgica propaganda das suas perspectivas? Nem por sombras! O antifascismo exige que todos respeitem o pluralismo ideológico, o multipartidarismo, a possibilidade de oposição, a democracia. Quer dizer, o pluralismo ideológico torna-se a ideologia oficial imposta pela força, o multipartidarismo uma tese incontestável, a existência de oposição ninguém se pode opor a ela, a democracia representa algo de intangível.

E eis que no antifascismo teremos uma série de ensinamentos, dogmas (que é o que a palavra dogma significa) que a ninguém é lícito rejeitar. Surge, assim, uma crença obrigatória, que é, precisamente o que o antifascismo censura, indignado, no Fascismo.

Designemos os tópicos que referimos por regime demo-liberal. Será legítimo insurgir-se contra tal regime ainda que só pela oratória e a doutrinação permanente? O antifascismo declara logo que não. O seu pluralismo ideológico, o seu multipartidarismo, o seu culto da oposição, o seu democratismo tornam-se um monolitismo de tipo fascista tutelada pelo braço secular, à semelhança dos tempos da Inquisição.

Debrucemo-nos, especialmente, sobre dois momentos da temática antifascista – o multipartidarismo e a existência da oposição.

Como vimos, só são consentidos partidos antifascistas e uma oposição antifascista. Por outras palavras, só se concebem partidos e oposição dentro do regime demo-liberal. O que equivale a dizer que os partidos não podem opor-se no fundamental, logo reduzem-se a subsecções do um partido único.

O regime ou sistema não admite oposição ou partidos contra ele. O multipartidarismo não passa de uma mentira e nenhuma verdadeira oposição se vislumbra. Partidos, mas todos com a mesma política de base, oposição mas nunca ao Sistema.

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