Nem EUA, nem Islão. Europa!

Se a Europa quer encontrar os pilares sobre os quais construir uma potência para o milénio que acaba de começar, deve deixar de olhar na direcção que lhe é imposta pelos acontecimentos, e virar o olhar sobre si mesma: uma Rússia ainda potente do ponto de vista militar, uma Alemanha que se liberte definitivamente dos seus complexos de nanismo político e que além de ser uma locomotiva económica se converta no eixo do continente, uma França que é desde 1945 o único Estado europeu que se opõe firmemente a transformar-se numa colónia ianque, uma Itália fortemente ideologizada, uma Espanha consciente do seu enorme potencial político e estratégico são os pilares que poderão dar nascimento à Europa como potência mundial. E não nos esquecemos dos povos britânicos (ingleses, galeses, escoceses e escoto-ulsterianos) e irlandês, herdeiros das melhores tradições europeias: celtas, romanos, germanos, vikings, e parte essencial e irrenunciável da Europa, que devem deixar de se considerar a costa ocidental da América do Norte, para participar na missão a que pela história, herança e natureza são chamados (...)

posted by Nacionalista @ 2:33 da manhã,

1 Comments:

At 12:14 da tarde, Anonymous JM said...

Ora aí está resumido nesse lema, Nem EUA, nem Islão!, aquilo que os nacionalistas devem ter presente em mente. Detestar, odiar e combater um não significa, nem implica, que tenhamos que nos aliar ao outro, idolatrá-lo, somente porque este se opôem ao outro e vice versa.

 

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