Princípios do Nacional-Sindicalismo

I. Portugal é eterno: a Pátria é uma realidade imposta pela Terra, pelo Clima, pela Língua, pelos Costumes, pela Raça e pela História: a Nação é uma realidade económica indispensável à vida humana social-económica e política.

II. O equilíbrio Social Português e a Justiça equitativa na vida dos Portugue­ses, dependem exclusivamente de uma Orgânica Nacional definida na Autoridade forte independente e na Nação Organizada através dos seus grupos administrativos, sociais e económicos.

III. A Família indissolúvel protegida e dignificada é a primeira célula social e tem de ser a base da organização admi­nistrativa, descentralizada e fiscalizada, da Freguesia, do Município e da Província.

IV. O Trabalho é um Dever Nacional – Trabalho da Inteligência e da Técnica, da Propriedade, do Capital e da Mão-de-obra. O Trabalho tem de ser organizado nos Sindicatos Profissionais pela Sindicalização Obrigatória de todos os Trabalhadores.

V. Tudo deve ser Produção. A Produção tem de ser o conjunto orgânico de todos os elementos que para ela concorram. A Produção tem de ser organizada e coordenada nas Corporações.

VI. A Propriedade Privada e o Capital Privado têm uma função social imprescindível, como a Técnica e a Mão-de-obra têm a sua. A Propriedade é um direito natural – mas é necessário que a sua ex­tensão seja definida e limitada em função da utilidade social que representa.

VII. A Economia Nacional pública e privada tem de ser disciplinada e orien­tada pelo Estado Técnico que deve dirigi-la e intervir nela sempre que essa ne­cessidade se imponha para o bem comum e colectivo.

VIII. Os Grandes Meios da Produção têm de ser nacionalizados sempre que essa necessidade se imponha ao bem comum e colectivo, ao equilíbrio e justiça social.

IX. A Assembleia Nacional tem de ser unicamente constituída pelos representantes dos Municípios, das Províncias, pelo Conselho da Economia Nacional e por delegações das forças morais e espirituais da Nação.

X. O Estado tem de confundir-se com a Nação. O Estado Nacional-Sindicalista será um Estado de Trabalhadores e só de Trabalhadores. O Poder tem de ser a emanação suprema desse Estado. O Estado Nacional-Sindicalista garantirá, a todos os Portugueses que trabalham, as justas Reformas, Seguros e Assistência Sociais, através dos Sindicatos e das Corporações, sempre que as condições de Vida o exijam.

- António L. Tinoco, A Revolução Nacional dos Trabalhadores

posted by Nacionalista @ 7:42 da tarde,

1 Comments:

At 12:09 da tarde, Blogger Flávio Gonçalves said...

Texto excelente para abalar o "revisionismo" que por aí anda de pintarem o Nacional Sindicalismo de anti-fascista, democrático e quase comunista.

 

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