Dissonâncias (II)

aqui escrevi sobre a “dissonância” entre o discurso oficial pró-abortista (“ninguém é a favor do aborto!”) e o discurso do simples “militante”. Temos aqui um bom exemplo. Este tipo escreve um texto de 580 palavras que se poderia resumir em duas: porque sim. Este tipo é a favor do aborto porque sim, porque dá jeito, porque é conveniente, porque apetece, porque não quer responsabilidades. Os pró-abortistas não são a favor do aborto porque estão tremendamente preocupados com as mulheres pobres em “situações dramáticas” ou porque consideram que o feto não é uma “pessoa humana”; são a favor do aborto simplesmente porque não admitem nenhum valor para além da sua vontade egoísta. A sua vontade egoísta é a medida de todas as coisas e qualquer outro valor que a restrinja só pode ser considerado um odioso entrave à “liberdade” que é preciso remover a todo o custo. “Curiosamente”, ao longo do seu texto de 580 palavras, não diz uma única palavra sobre o feto, que é o que verdadeiramente está em causa. Significativo.

posted by Nacionalista @ 3:52 da tarde,

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