Não há escrita, mas há música (II)

Malnatt - Camicia Nera

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Não há escrita, mas há música (I)


Division 250 - Polvora y Sangre

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Uma causa que vale a pena

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“Grandes Portugueses”

Vi há pouco o programa “Grandes Portugueses” da RTP1. Aspecto positivo: não foi tão mau como pensei que seria. Aspecto negativo: Jaime Nogueira Pinto, encarregado de “defender” Salazar, entrou logo à defesa. O estadista teria tido também as suas falhas, cometeu muitos erros, tinha os seus defeitos… Enfim, enquanto os outros exaltavam os “seus” candidatos, JNP quase que pedia desculpa por defender o professor. Momento especialmente cómico: quando Maria Elisa pergunta a JNP se não o preocupava a hipótese de o vencedor (referindo-se a Salazar) poder ser um anti-democrata. Olhando para a lista dos “10 Grandes Portugueses” parece-me que nenhum dos candidatos ficou célebre pelo seu “democratismo”!… E que pena que não tenha feito a mesma pergunta a Odete Santos.

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Estou farto!

Estou farto. Estou farto de séries sobre malvados racistas brancos que assassinam pretos angelicais. Quero séries sobre os Kriss Donalds, sobre Quita Hague e Richard Hague, sobre Ken Tillery ou sobre os milhares de trabalhadores brancos que são as vítimas mais prováveis de um ataque racista. Estou farto da constante vitimização dos pretos e da constante diabolização dos brancos. Exigo um pouco de respeito pela realidade!

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Ainda a propósito...

do post anterior, vale a pena ler estas palavras de Pat Buchanan (que não é propriamente um “nazi”), sobre como se deve lidar com a invasão:
«Few in this debate call for creation of a national police to begin Palmer Raid roundups of nannies. The agreed-upon strategy for dealing with this crisis of Bush’s creation is, in a word, attrition.
The crucial steps are these. Build a fence along the 2,000-mile border to stop the flood. End welfare benefits to illegal aliens, except emergency medical treatment. Vigorously prosecute employers who hire illegals. Cease granting automatic citizenship to “anchor babies” of illegals who sneak across the border to have them. Take care of mother and child, then put them on a bus back home.
Turn off the magnets, and the illegals will not come. Cut off the benefits, and they will not stay. In five years, the crisis will be over.»
Os imigracionistas têm por hábito utilizar o argumento do “facto consumado” (que parece servir para tudo: “o consumo de droga existe, logo é preferível legalizá-lo”, “o aborto existe, logo devemos legalizá-lo”, etc.) para legitimar a invasão. Como a desonestidade é a imagem de marca dos imigracionistas, costumamos ouvi-los dizer que “já cá estão milhares/milhões de imigrantes, não é possível juntá-los todos e deportá-los!” ou ainda “e querem fazer o quê com os milhares/milhões que já cá estão? Metê-los num campo de concentração?”. Estes “argumentos” têm como objectivo despoletar na mente de quem os ouve imagens atrozes de refugiados e campos de concentração para assim silenciar o opositor… afinal de contas, quem é que quer ser colado a imagens de extermínios e limpezas étnicas? O problema é que esse argumento não passa de um “straw man”, como diz Buchanan. Ninguém pretende encarcerar os imigrantes em campos de concentração ou levar a cabo detenções e expulsões maciças – ninguém pretende expulsar, de hoje para amanhã, todos os imigrantes. Basta que haja vontade de aplicar a lei!
Por outro lado, os imigracionistas costumam também (como nos casos da droga ou do aborto) utilizar o argumento da inevitabilidade: “Não adianta proibir a imigração, eles virão para cá na mesma! É preferível aceitar este facto e incentivar a imigração legal.” Também este argumento é falso. Como muito bem diz Buchanan: “Turn off the magnets, and the illegals will not come. Cut off the benefits, and they will not stay.” Acabemos com os incentivos, e os imigrantes chegarão – rapidamente – à conclusão de que o trabalho de chegar até aqui não compensa.

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O governo alemão aprovou, recentemente, um conjunto de medidas no sentido de apoiar e incentivar a natalidade, mas, como bem escreve HNO, estas medidas só fariam sentido “conquanto se aplicassem a europeus”… e parece que não é o caso.

Costuma dizer-se que os deuses enlouquecem primeiro aqueles que pretendem destruir, e nós devemos mesmo estar loucos. Não só abrimos as nossas portas e aceitamos no nosso seio povos que nos são estranhos (e já Aristóteles avisava que isso era causa de guerra civil) como ainda os financiamos!

Qualquer tentativa séria de reverter a nossa decadência demográfica exige, antes de mais, a reforma das leis de nacionalidade no sentido do “jus sanguinis”, só assim poderemos assegurar que, dentro em breve, não seremos nós a minoria!

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Chegou o Nonas!

Achtung! Achtung! O Nonas chegou à blogoesfera! Já está linkado.

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Ano novo, template novo!

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