Ora o PNR, (este tal partido legal, como gostam de frisar) exige ser tratado com respeito e em pé de igualdade com os restantes partidos políticos (legais...). Não admite ser tratado como um bando de malfeitores sob vigilância policial. Não admite ser alvo de sucessivas investidas mentirosas, como a recente acusação de que estávamos a ser financiados pelo Irão. Acusação esta feita também pelo Expresso e que já mereceu a interposição de uma queixa-crime. E depois, somos nós os intolerantes, xenófobos… os que discriminamos as pessoas? Não! Quem pratica a discriminação são as próprias autoridades através do mais vergonhoso terrorismo de estado!

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Isto sim, é democracia!...

O caso de Andreas Molau. A ler aqui.

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A descolonização “exemplar”

Foi com este bando de inconscientes que se pôs termo a uma obra de séculos, não isenta, como todas as obras humanas, de terríveis defeitos, mas também cheia de grandes virtudes e de grandes êxitos, saídos de sacrifícios sem conta de muitas gerações de portugueses, que se lhe dedicaram com determinação e amor. Foi esta obra que aquele “nai­pe” de criminosos quis destruir. Ficarão a pesar na sua memória, já que de consciência se não pode falar, os milhares de mortos que em Moçambique, na Guiné e em Angola, foram sacrificados em honra dos acordos de traição que firmaram.

Em Moçambique, o miserável comparsa de Almei­da Santos, Soares de Melo, não se aguentou muito tempo como governador-geral. A deterioração rápi­da da situação obriga o governo de Lisboa a substi­tuí-lo, com o pretexto de que se impõe, para a exe­cução rápida da descolonização, a nomeação de um alto comissário que seja membro das Forças Arma­das e que seja investido de poderes muito mais latos do que os de um governador-geral. Após várias hesitações, é nomeado um oficial de marinha, Vítor Crespo, inteiramente desconhecido, que de simples comandante passa a vice-almirante. É, porém, o ho­mem com as “qualidades negativas” indispensáveis pa­ra levar por diante um plano de traição aos seus camaradas, aos seus compatriotas e à sua Pátria. No momento em que parte de Lisboa para Lourenço Marques, estala nesta cidade uma revolta da popula­ção civil, provocada pelo facto de um «jeep» militar, repleto de oficiais do MFA e de soldados, levar de rastos pelas ruas a bandeira nacional e arvorada a bandeira da Frelimo. Os revoltosos tomam a emis­sora oficial e o Palácio do Governo. Associam-se a esta patriótica sublevação os chefes políticos de to­dos os partidos e movimentos locais, todos eles contrários à entrega de Moçambique à Frelimo. Encontram-se entre eles os membros da direcção do Movimento Federalista Português de Moçambique, tendo à frente o Dr. Vasco Cardiga, figura de gran­de prestígio no território. Mais tarde, este facto ser­virá de base à falsa acusação feita ao Partido do Progresso – em que o Movimento Federalista Portu­guês entretanto se transformara – de terem sido os seus dirigentes de Lisboa e de Moçambique a provo­carem a revolta. Ora a revolta foi, de facto, uma manifestação espontânea – e por isso não teve êxito – uma inequívoca demonstração de repulsa contra a entrega de Moçambique a um movimento terrorista que não tinha qualquer expressão representativa no interior do território.

E precisamente pela sua total espontaneidade, não surpreende que o MFA a tenha dominado em pou­cos dias. Estão gravadas as ordens dadas através da rádio pelo Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Costa Gomes, decretando o esmaga­mento de tão legítima sublevação popular por meio de bombardeamentos aéreos e massacres e, se ne­cessário, com o concurso mesmo das forças milita­res da OUA, para as quais chegou a apelar. A tanto desceu a aberração do traidor! Sufocada a revolta, deram entrada em prisões de toda a Província milha­res de pessoas, na sua maioria membros dos movi­mentos políticos representativos das etnias contrá­rias à Frelimo e numerosas personalidades. Foi gran­de o número de mortos, calculando-se que tenha ultrapassado os doze mil. A imprensa de Lisboa como aliás a internacional, minimizou o grave acon­tecimento, classificando-o de pequeno incidente pro­vocado “pelos fascistas”, com a intenção de “sabota­rem o processo de descolonização”.

A situação, embora dominada pela força implacá­vel das fardas de traição estacionadas no território, continuou inquietante para o governo e para os diri­gentes locais do MFA. O alto-comissário – que pru­dentemente se quedara em Luanda até ao completo esmagamento da heróica insurreição – não se atrevia a sair do palácio senão de helicóptero e, segundo se afirma, o seu estado “normal” era a embriaguez. A ideia dos massacres que lhe foi sugerida por Costa Gomes fica gravada na memória de Crespo. As autoridades tinham perfeita consciência de que a população, branca e preta, tinha sido dominada mas não vencida. Impunha-se, assim, quebrar de uma vez para sempre a sua resistência.

Sem que nada, na aparência, o fizesse esperar, no mês de Outubro, um banho de sangue selou o pacto diabólico logo após a instalação do governo provisó­rio da Frelimo e da entrada no território dos 6.000 guerrilheiros que o acompanharam – de resto tão transidos de medo, pela consciência de não serem nada no imenso território e na multidão das cidades, que só se atreveram a aparecer nas ruas acompa­nhados pelas tropas traidoras do exército português. Surgiram, assim, em Lourenço Marques, bandos de pretos drogados e embriagados, munidos de armas de catanas e de latas de gasolina, que matavam e incendiavam, de maneira bárbara e indiscriminada. As tropas portuguesas assistiam impassíveis a estes crimes, afirmando os oficiais que as comandavam que tinham ordens rigorosas para não interferir, pois se tratava de “ajustes de contas entre moçambica­nos”. Os dirigentes da Frelimo afirmaram que não lhes assistia a mais pequena responsabilidade nestes trágicos acontecimentos. Perante tão firme declara­ção só fica uma hipótese e, diga-se desde já, a mais plausível: a matança terá sido organizada pelas auto­ridades portuguesas locais. O alto-comissário, o pseudo-almirante Vítor Crespo, teria dado o seu aval ao plano de um grupo de oficiais esquerdistas do MFA, destinado a quebrar o moral dos seus compa­triotas que segundo se afirmara, preparavam um ataque às Forças Armadas. Milhares de homens, mulheres e crianças, brancas e pretas, foram esquartejados nas ruas de Lourenço Marques. Viram-se corpos humanos pendurados nos talhos da cidade e a avenida que conduz ao aeroporto, na extensão de alguns quilómetros, foi ornamentada com cabeças humanas espetadas em paus. Era tal o número de mutilados que chegava ao hospital Miguel Bombar­da, que os depositavam nos corredores e nos pavi­mentos das salas, a esvaírem-se, enquanto os médi­cos com as batas cheias de sangue e os olhos cheios de lágrimas, procuravam minorar os seus so­frimentos. Ante tão pavorosa hecatombe, o pessoal médico do hospital exigiu, sob pena de se refugiar nas representações diplomáticas acreditadas em Mo­çambique, que o chefe do governo provisório, Joa­quim Chissano, comparecesse no hospital para se dar conta da extensão do crime e de tamanho horror. Perante o calvário que se lhe deparou, Chissano saiu a soluçar, salpicado pelo sangue dos que eram também suas vítimas.

A imprensa de Lisboa e a imprensa internacional limitaram-se a transmitir os comunicados oficiais, dando a entender que se tratara de um “pequeno in­cidente”, perfeitamente compreensível num quadro de passagem do “colonialismo à liberdade”. O número de mortos que, de forma comedida, lamentavam, afirmava-se ser de cerca de 80, a que juntavam alguns feridos, para dar, uma certa credibilidade à informação. Escondeu-se, assim, à opinião pública nacional e internacional que tinham sido barbaramente assassinadas mais de 2.500 pessoas, só em Lourenço Marques, ante a indiferença criminosa das Forças Armadas. Onde se terão escondido os bons sentimentos das comissões humanitárias, os zelos desinteressados dos correspondentes estrangeiros em Lourenço Marques, a piedade e o sentido de jus­tiça dos padres Hastings, tão “espontaneamente” mo­bilizados à mais pequena calúnia, para agora se cala­rem ante a verdade?

Na Guiné, o alferes miliciano e membro do PC, Barros de Moura, juntamente com elementos do Movimento das Forças Armadas – entre eles o capi­tão Barroso, cunhado de Mário Soares – tomam à sua conta o palácio do governo, onde o governador, o então major Fabião, e agora general e chefe do Estado Maior do Exército, aceita todas as condições e dá o seu aval a todas as indignidades e crimes que precedem a assinatura do acordo de independência do território. As milícias locais, constituídas por gui­néus, são desarmadas e começam os fuzilamentos, para abater o moral da população, fortemente con­trária ao PAIGC. Instalou-se, então, depois desta acção preparatória, o novo governo, que escolheu para sua sede a povoação de Medina do Boé, por considerar que Bissau não lhe oferecia ainda as con­dições de segurança mínimas. Estas condições vão ser criadas pelas tropas do PAIGC, apoiadas pelas forças militares portuguesas, através da eliminação de todos os elementos da população guineense que não deixariam de se opor à instalação do colonia­lismo cabo-verdiano. Na ilha das Galinhas, são então concentrados alguns milhares de guinéus, entre eles cerca de 500 chefes tribais, que vão sendo elimina­dos às centenas por dia. Numerosos elementos das milícias e da população nativa, aterrorizados com os acontecimentos, começam a fugir para o Senegal, onde se encontram neste momento algumas deze­nas de milhar. O major Fabião, um pusilânime e abjecto traidor, logo que a limpeza está feita e não podendo aguentar mais a indisciplina das suas pró­prias forças, dá ordem de retirada, não sem a coroar com um acto digno da sua vilania: o de permitir à soldadesca o saque dos armazéns das Forças Arma­das. E esta tropa acanalhada à sua chegada a Lis­boa, em barco, lança pela borda fora fardas, bandei­ras e guiões. Assim acabou a Guiné, sabe Deus até quando, para os portugueses e para os seus irmãos guinéus, traídos por este bando de malfeitores, a soldo de cabo-verdianos, servidores de Moscovo.

Em Angola, a tragédia repete-se. A nomeação do general Silvino Silvério Marques para governador-ge­ral é sabotada em Lisboa pelo general Costa Gomes, mancomunado com os oficiais esquerdistas da Co­missão Coordenadora. Estes, de Lisboa, de acordo com os terroristas do M.P.L.A., preparam amotina­ções de grande amplitude, destinadas a pôr em che­que o recém-chegado governador. A realização, em Luanda, do Campeonato Mundial de Hóquei em Patins é escolhida como o momento ideal para desen­cadear os tumultos. Conhecedor do plano, Silvério Marques transfere o campeonato para Lisboa. Apa­nhados de surpresa, os organizadores da montagem vêm-se obrigados a improvisar. Não conseguem, po­rém, mais do que desencadear um pequeno inciden­te num cabaret da cidade. Chamado a Lisboa para dar explicações sobre esta pequena desordem, o general Silvino Silvério Marques, apesar da evidên­cia da manobra e da insignificância do incidente, viu-se obrigado a pedir a demissão.

Substituiu-o, logo de seguida, já com o título de alto-comissário, o pseudo-almirante Rosa Coutinho, que inicia o desmantelamento de Angola. Minucio­samente industriado pelo PC, o hílare marinheiro instala-se, a princípio, no Palácio do Governo, mas sentindo-se inseguro ante a hostilidade declarada da população, passa pouco depois a viver num barco de guerra, ancorado na baía de Luanda, donde diri­ge, com a maior impunidade toda a série de crimes que culmina com a fixação dos Movimentos guerri­lheiros na martirizada terra de Angola. Delapidações, conflitos sangrentos que causam centenas de mor­tos, o êxodo das populações em pânico, passam a ser o pão-nosso de cada dia. O pequeno incidente, avolumado em grande acontecimento, que serviu de pretexto para afastar o general Silvino Silvério Mar­ques, esbate-se agora, totalmente, ao lado das tre­mendas convulsões causadoras de centenas de víti mas diárias, que são reduzidas por Lisboa a peque­nas e inevitáveis ocorrências no caminho da liber­tação do povo angolano. O “valente” marinheiro limitou-se, afinal, a executar as ordens recebidas do PC com a frieza e o escrúpulo dos profissionais do crime. Quando se realiza a conferência da Penina, o êxito do acordo já está assegurado com a anulação da única força capaz de se lhe opor – a população portuguesa, branca, mestiça e negra, destroçada pe­la dor e pelo medo. Antes da transferência do poder legal, procedeu-se assim à transferência do poder moral, que o legitimava, para o poder imoral que institucionaliza os interesses internacionais na ilegali­dade do crime sistemático. A média de 200 mortos diários é para estas “anti-consciências” um pequeno tributo devido à grandeza da sua traição.

- Fernando Pacheco de Amorim, “Portugal Traído”, Madrid, 1975, pp. 104-112.

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E agora algo diferente...

System Of A Down - Boom!

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E mais outro...

The Hives - Hate To Say I Told You So

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Porque me apetece e porque eu gosto...


The Hives - Die, All Right!

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How Unskilled Immigrants Hurt Our Economy

Excelente artigo que confirma aquilo que qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe: a imigração maciça terceiro-mundista não faz qualquer sentido de um ponto de vista económico (logo, os motivos devem ser outros...).

Embora o artigo se refira especificamente à realidade americana, não me parece que o que se passa na Europa seja substancialmente diferente, já que tanto nos EUA como na Europa o grosso dos imigrantes apresentam as mesmas características: trabalhadores não qualificados, oriundos de países do Terceiro Mundo, com culturas e referências diferentes das do país de acolhimento.

Deixo-vos alguns excertos do longo artigo, que vale bem a pena ser lido pela quantidade enorme de dados que desbaratam completamente os “argumentos” imigracionistas.

Aqui ficam:

«But the tale of Librado Velasquez helps show why supporters are wrong about today’s immigration (…) America does not have a vast labor shortage that requires waves of low-wage immigrants to alleviate; in fact, unemployment among unskilled workers is high—about 30 percent. Moreover, many of the unskilled, uneducated workers now journeying here labor, like Velasquez, in shrinking industries, where they force out native workers, and many others work in industries where the availability of cheap workers has led businesses to suspend investment in new technologies that would make them less labor-intensive.»

«Yet while these workers add little to our economy, they come at great cost, because they are not economic abstractions but human beings, with their own culture and ideas—often at odds with our own. Increasing numbers of them arrive with little education and none of the skills necessary to succeed in a modern economy. Many may wind up stuck on our lowest economic rungs, where they will rely on something that immigrants of other generations didn’t have: a vast U.S. welfare and social-services apparatus that has enormously amplified the cost of immigration. Just as welfare reform and other policies are helping to shrink America’s underclass by weaning people off such social programs, we are importing a new, foreign-born underclass. As famed free-market economist Milton Friedman puts it: “It’s just obvious that you can’t have free immigration and a welfare state.”»

«Although open-borders advocates say that these workers are simply taking jobs Americans don’t want, studies show that the immigrants drive down wages of native-born workers and squeeze them out of certain industries. Harvard economists George Borjas and Lawrence Katz, for instance, estimate that low-wage immigration cuts the wages for the average native-born high school dropout by some 8 percent, or more than $1,200 a year. Other economists find that the new workers also push down wages significantly for immigrants already here and native-born Hispanics.»

«Similarly, immigration is also pushing some native-born workers out of jobs, as Kenyon College economists showed in the California nail-salon workforce. Over a 16-year period starting in the late 1980s, some 35,600 mostly Vietnamese immigrant women flooded into the industry, a mass migration that equaled the total number of jobs in the industry before the immigrants arrived. Though the new workers created a labor surplus that led to lower prices, new services, and somewhat more demand, the economists estimate that as a result, 10,000 native-born workers either left the industry or never bothered entering it.»

«Because so much of our legal and illegal immigrant labor is concentrated in such fringe, low-wage employment, its overall impact on our economy is extremely small. A 1997 National Academy of Sciences study estimated that immigration’s net benefit to the American economy raises the average income of the native-born by only some $10 billion a year—about $120 per household. And that meager contribution is not the result of immigrants helping to build our essential industries or making us more competitive globally but instead merely delivering our pizzas and cutting our grass. Estimates by pro-immigration forces that foreign workers contribute much more to the economy, boosting annual gross domestic product by hundreds of billions of dollars, generally just tally what immigrants earn here, while ignoring the offsetting effect they have on the wages of native-born workers.»

«If the benefits of the current generation of migrants are small, the costs are large and growing because of America’s vast range of social programs and the wide advocacy network that strives to hook low-earning legal and illegal immigrants into these programs. A 1998 National Academy of Sciences study found that more than 30 percent of California’s foreign-born were on Medicaid—including 37 percent of all Hispanic households—compared with 14 percent of native-born households. The foreign-born were more than twice as likely as the native-born to be on welfare, and their children were nearly five times as likely to be in means-tested government lunch programs. Native-born households pay for much of this, the study found, because they earn more and pay higher taxes—and are more likely to comply with tax laws. Recent immigrants, by contrast, have much lower levels of income and tax compliance (another study estimated that only 56 percent of illegals in California have taxes deducted from their earnings, for instance). The study’s conclusion: immigrant families cost each native-born household in California an additional $1,200 a year in taxes.»

«Immigration’s bottom line has shifted so sharply that in a high-immigration state like California, native-born residents are paying up to ten times more in state and local taxes than immigrants generate in economic benefits. Moreover, the cost is only likely to grow as the foreign-born population (…) keeps growing. (…) This sharp turnaround since the 1970s, when immigrants were less likely to be using the social programs of the Great Society than the native-born population, says Harvard economist Borjas, suggests that welfare and other social programs are a magnet drawing certain types of immigrants—nonworking women, children, and the elderly—and keeping them here when they run into difficulty.»

«Not only have the formal and informal networks helping immigrants tap into our social spending grown, but they also get plenty of assistance from advocacy groups financed by tax dollars, working to ensure that immigrants get their share of social spending.»

«Almost certainly, immigrants’ participation in our social welfare programs will increase over time, because so many are destined to struggle in our workforce. Despite our cherished view of immigrants as rapidly climbing the economic ladder, more and more of the new arrivals and their children face a lifetime of economic disadvantage, because they arrive here with low levels of education and with few work skills—shortcomings not easily overcome.»

«One reason some ethnic groups make up so little ground concerns the transmission of what economists call “ethnic capital,” or what we might call the influence of culture. More than previous generations, immigrants today tend to live concentrated in ethnic enclaves, and their children find their role models among their own group. Thus the children of today’s Mexican immigrants are likely to live in a neighborhood where about 60 percent of men dropped out of high school and now do low-wage work, and where less than half of the population speak English fluently, which might explain why high school dropout rates among Americans of Mexican ancestry are two and a half times higher than dropout rates for all other native-born Americans, and why first-generation Mexican Americans do not move up the economic ladder nearly as quickly as the children of other immigrant groups.»

«The potential woes of a guest-worker program, moreover, far overshadow any economic benefit, given what we know about the long, troubled history of temporary-worker programs in developed countries. They have never stemmed illegal immigration, and the guest workers inevitably become permanent residents, competing with the native-born and forcing down wages. Our last guest-worker program with Mexico, begun during World War II to boost wartime manpower, grew larger in the postwar era, because employers who liked the cheap labor lobbied hard to keep it. By the mid-1950s, the number of guest workers reached seven times the annual limit during the war itself, while illegal immigration doubled, as the availability of cheap labor prompted employers to search for ever more of it rather than invest in mechanization or other productivity gains.»

«The economic and cultural consequences of guest-worker programs have been devastating in Europe, and we risk similar problems. When post–World War II Germany permitted its manufacturers to import workers from Turkey to man the assembly lines, industry’s investment in productivity declined relative to such countries as Japan, which lacked ready access to cheap labor. When Germany finally ended the guest-worker program once it became economically unviable, most of the guest workers stayed on, having attained permanent-resident status. Since then, the descendants of these workers have been chronically underemployed and now have a crime rate double that of German youth.»

«France has suffered similar consequences. In the post–World War II boom, when French unemployment was under 2 percent, the country imported an industrial labor force from its colonies; by the time France’s industrial jobs began evaporating in the 1980s, these guest workers and their children numbered in the millions, and most had made little economic progress. They now inhabit the vast housing projects, or cités, that ring Paris—and that have recently been the scene of chronic rioting. Like Germany, France thought it was importing a labor force, but it wound up introducing a new underclass.»

«If we do not legalize them, what can we do with 11 million illegals? Ship them back home? Their presence here is a fait accompli, the argument goes, and only legalization can bring them above ground, where they can assimilate. But that argument assumes that we have only two choices: to decriminalize or deport. But what happened after the first great migration suggests a third way: to end the economic incentives that keep them here. We could prompt a great remigration home if, first off, state and local governments in jurisdictions like New York and California would stop using their vast resources to aid illegal immigrants. Second, the federal government can take the tougher approach that it failed to take after the 1986 act. It can require employers to verify Social Security numbers and immigration status before hiring, so that we bar illegals from many jobs. It can deport those caught here. And it can refuse to give those who remain the same benefits as U.S. citizens. Such tough measures do work: as a recent Center for Immigration Studies report points out, when the federal government began deporting illegal Muslims after 9/11, many more illegals who knew they were likely to face more scrutiny voluntarily returned home.»

«Immigration reform must also tackle our family-preference visa program, which today accounts for two-thirds of all legal immigration and has helped create a 40-year waiting list. Lawmakers should narrow the family-preference visa program down to spouses and minor children of U.S. citizens and should exclude adult siblings and parents.»

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Actualizações

Peço desculpa aos leitores mais assíduos, mas vai-me ser quase impossível actualizar o blogue nos próximos dias.

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Do Presidente aos Nacionalistas

Um dos vários indicadores do nosso crescimento é, sem dúvida, a reacção primária e terrorista de largos sectores do sistema e da comunicação social.

Já dão sinais claros de inquietação perante o crescimento Nacionalista! Eles sabem que no seio desse seu sistema não há alternativas, mas apenas alternância; entre os instalados e agarrados ao poder e respectivas mordomias. Sabem também que a alternativa – a verdadeira alternativa – vem do Nacionalismo, pois apenas esta doutrina política se opõe ao seu modelo globalizador e mundialista e os vai desinstalar do seu trono capitalista selvagem.

Contra a globalização do capital e multicultural, apenas o Nacionalismo Social irá ao encontro das aspirações e das preocupações das pessoas.

Este Nacionalismo (organizado) chegou por fim a Portugal!

Está agora a dar os primeiros passos. Nós sabemos que os estamos a dar e sabemos que são os primeiros!

Também eles já viram que os estamos a dar, mas desejam que sejam também os últimos… E, para que tal desejo se concretize, não hesitam em recorrer aos mais baixos golpes de diabolização da nossa imagem, para nos desacreditarem junto do povo português.

Assim, mostram bem a sua face de incoerência, intolerância e prepotência!

De tudo vão tentar para nos fazer tropeçar e desistir, para nos diabolizar e denegrir.

Face a esta campanha suja – que ainda mal começou! - é posta à prova a atitude consequente dos Nacionalistas. Agora é que se vai ver quem é realmente Nacionalista, que, acreditando nos seus Ideais, nos seus Dirigentes e no seu Projecto partidário, aguenta firme, com os olhos postos no objectivo da Vitória, sem sucumbir às pressões do ambiente, e quem é falso nacionalista que, em oposição ao que sempre apregoou, prefere acreditar neste sistema mentiroso do qual se queixa amargamente e abandonar camaradas sozinhos na luta.

É nestas horas de provação que se testa a Fidelidade e a Coragem de todos e de cada um de nós!

É nestas horas que se vê quem dá o corpo ao manifesto; quem dá corpo às suas palavras e pensamentos, fazendo deles autênticos actos vivos de coerência.

- José Pinto-Coelho (1 Julho 2006)

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Transcrevo a seguir dois posts de uma discussão antiga que houve no Fórum Nacional porque me parecem importantes.
* * *
Julius Evola:
Na realidade Pascoaes pode ser contrariado porque ele define uma suposta “raça portuguesa” (coisa que nem existe) dando-lhe um carácter único entre os outros povos incluindo os europeus e mais concretamente os nossos vizinhos espanhóis.
Ora essa fusão que tanto agrada a Pascoaes e que supostamente estará na origem desse sentimento exclusivamente português que é manifestado pela saudade e que seria o catalizador do renascimento nacional parece na óptica do dito poeta não ter existido na Espanha ou no sul de França, só para dar alguns exemplos.
As influências semitas na origem das nossas características únicas parecem não ter ocorrido nos outros países europeus onde também viveram povos semitas, comecemos pelos judeus.
Ou não existiu essa influência judaica ou sendo exclusiva dos sefarditas (que teriam de ser os únicos judeus semitas na Europa para dar lógica à ideia de Pascoaes, caso contrário os judeus ashkenazi terão influenciado muito mais o centro e norte europeu) teria também de se alastrar à Espanha. Aparentemente, para Pascoaes, na vizinha Espanha os judeus sefarditas não criaram nenhuma cultura específica nem nenhum sentimento único de saudade, esquecendo-se também que grande parte dos judeus foram mortos ou expulsos da península durante a Inquisição. É verdade que muitos judeus foram convertidos pela força ao cristianismo em Portugal mas uma grande parte continuou a praticar o judaísmo de forma secreta, conhecidos por marranos, e estes judeus acabaram um século depois da Inquisição (os que não tinham já sido mortos ou expulsos) por sair massivamente de Portugal para outros países europeus, sobretudo a Holanda e outros acabaram por emigrar também para o «novo mundo» e não reconheço na Flandres como nas «Américas» nenhum sentimento característico de saudade ou algo a isso semelhante.
No campo genético e em relação à questão racial dos judeus, é verdade que a maioria deles são caucasianos, porém os judeus têm uma herança genética própria, sobretudo os semitas, os tais a que Pascoaes faz referência, em relação a isso coloco aqui apenas esta pequena passagem de um estudo genético conduzido pela professora Ariella Oppenheim publicado no «American Journal of Human Genetics» e que pode ser consultado na totalidade no link que eu disponibilizei; passo a transcrever:«The researchers say that a genetic analysis of the chromosomes of Jews from various countries show that there was practically no genetic intermixing between them and the host populations among which they were scattered during their dispersion – whether in Eastern Europe, Spain, Portugal or North Africa.» (http://www.freerepublic.com/focus/f-news/890777/posts)
Se alguém precisar de tradução diga-me que eu traduzo, mas o que ali está escrito mostra bem que é possível distinguir geneticamente os portugueses dos judeus e que não houve qualquer fusão racial entre a nossa população e os judeus, só para que isso fique claro.
Assim temos de deduzir que esse sentimento, essa cultura única, essa “raça” particular de que Pascoaes fala poderá ter sido sobretudo causada pela ocupação árabe, comecemos pela questão biológica; ora tendo em atenção que a ocupação árabe terá durado entre 200 a 500 anos na península (dependendo das regiões) como se explica que estudos genéticos realizados tenham mostrado uma maior incidência de marcas genéticas características das populações árabes/norte-africanas, nomeadamente o HG 25.2 e o HG 25.1, na Lombardia e no sul de França, onde a ocupação árabe durou cerca de 20 anos, do que nas populações da Andaluzia, zona em que os árabes viveram os tempos de maior fulgor na Ibéria?
Os estudos realizados pelos geneticistas não deixam dúvidas, o Pascoaes pode ter escrito o que bem lhe interessou mas cientificamente os estudos genéticos realizados aos povos ibéricos e à população portuguesa em particular demonstram que temos uma herança genética claramente europeia, mesmo a presença genética negróide em Portugal que tem o seu valor mais alto no sul é absolutamente insignificante e isto está comprovado por vários estudos, nem herança biológica judaica nem árabe nem negra é encontrada no DNA português em percentagem significativa.
Assim essa fusão única de que fala Pascoaes apenas poderia ser entendida ao nível cultural, em face da nossa ascendência biológica puramente ariana.
Será a influência espiritual semita que terá criado na alma lusa algo de único; esta não pode ter vindo dos judeus porque sempre foram comunidades fechadas e com uma mentalidade muito própria, os judeus sempre viveram espalhados pelo mundo, e pela Europa em particular, e nunca nenhuma cultura saudosista foi por eles criada, quanto muito são bem conhecidas as características materialistas e pouco espirituais dos judeus. Sobra a influência meramente cultural dos árabes que ocuparam a península, embora tenha existido uma herança cultural (e apenas cultural) nunca poderá ser entendida como decisiva para a alma nacional e jamais em proporções equivalentes às das nossas origens biológicas e culturais estritamente europeias, como Pascoaes dá a entender, isto pelas razões mais óbvias, não só porque biologicamente não influenciaram a nação portuguesa mas também porque desde 1250 que haviam sido expulsos de Portugal, tendo em consideração todos estes factores parece-me óbvio que o peso da herança ariana portuguesa é incomparavelmente superior a qualquer outra herança, quer biologicamente quer culturalmente, para Pascoaes, ao que parece, estas influências conjugaram-se na alma do nosso povo de forma equivalente… lamento mas para mim esta ideia não é defensável.
Strasser:
Não tenho querido entrar nestas discussões, mas agora vou fazer alguns comentários.
Normalmente nestas matérias existem grandes confusões: por exemplo, sobre a presença árabe no território que hoje é Portugal.
Eu creio que essa presença física terá sido reduzidíssima, de modo que do ponto de vista genético é quase impossível encontrar marcadores próprios das populações árabes na população portuguesa.
A confusão frequente nasce da identificação entre islâmico-muçumano-mouro-árabe. Fala-se como se tudo fosse a mesma coisa.
E não é assim. O território português viveu realmente sob regimes que tinham a religião islâmica ou muçulmana, mas os povos que protagonizaram essas épocas não eram árabes. Tratava-se ou das próprias populações locais, romanizadas ou sobretudo pré-romanas, que se converteram ao islamismo quando e por causa do predomínio político dessa religião, ou de camadas invasoras vindas do Norte de África mais próximo, a que é correcto chamar mouras ou berberes, mas que também não são árabes – tinham-se convertido ao islamismo elas próprias.
Portanto, falar de período de cultura "árabe" está certo (a religião islâmica torna obrigatória o uso da língua do Profeta, o árabe) mas invasões de árabes, pessoas de raça árabe, não é correcto: nem a longínqua Arábia tinha tal potencial demográfico. Quando muito terão chegado até este canto da península algumas elites governativas e militares de origem árabe – mas sempre em número reduzido demais para deixar grandes marcas no sangue.
Posteriormente quando decaiu o poder islâmico e o cristianismo voltou a dominar deu-se um fenómeno paralelo: a grande maioria da população ficou, aderindo aos novos senhores.
Em resumo, eu acho que o que existe no território português é sobretudo uma grande continuidade, desde os tempos pré-romanos. A mesma população foi ficando, adaptando-se às conjunturas.
Se tentarmos agora encontrar parentescos entre a população dominante em Portugal e grupos extra-europeus parece-me provável que se encontrem semelhanças com as pessoas das tribos berberes do Norte de África (existem sobretudo no interior de Marrocos e da Argélia). Mas isto parece-me simples de explicar: os berberes são hoje altamente minoritários no Norte de África porque nessa região efectivamente o elemento árabe foi-se impondo e dominando ao longo dos séculos e séculos que se seguiram. Mas os berberes na sua origem eram idênticos aos iberos (a palavra é a mesma), portanto as tribos berberes são nossas primas…
Brincando um pouco: o Zinedine Zidane, que é berbere e não árabe, ainda será nosso primo, embora a raça dominante na Argélia seja já esmagadoramente árabe por força das migrações sucessivas durante séculos.
O mesmo acontece aliás no Egipto, onde existem apenas uns seis milhões de coptas, que são os verdadeiros descendentes dos egípcios antigos, para uns sessenta milhões de árabes, provenientes das migrações e do domínio.
O domínio dos árabes no Norte de África criou essa realidade, até ao Marrocos e à Mauritânia. Mas no território que hoje é Portugal nunca chegou a dar-se esse fenómeno demográfico de substituição.
Por isso, e ao contrário do que era hábito dizer-se, o mapa genético da população portuguesa até é notavelmente homogéneo.
E chega, por agora, que isto já vai longo!

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Totalitarismo

Mesmo nunca tendo lido Hannah Arendt penso que não erro muito se disser que uma das características do totalitarismo é invadir todas as esferas da actividade humana, eliminando todos os redutos de liberdade e de autonomia pessoal, eliminando todos os espaços em que a dissidência é possível, em que se pode falar sem ter que olhar por cima do ombro.
Nos sistemas “soft totalitários” actuais a única esfera que parecia escapar ao controlo da nova ideologia totalitária era a Internet, último reduto de liberdade e dissidência. Um sinal claro de que o cerco do totalitarismo começa a apertar é o facto desta jovem francesa ter sido julgada e condenada por algo que escreveu num fórum de Internet.
O cerco aperta e a questão é: será sinal de desespero ou de confiança e impunidade? Esperemos que seja a primeira hipótese, e aproveitemos enquanto podemos.

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Porque não gosto de conservadores

Por causa disto e disto.

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Na MTV não há disto!

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O que é o Nacional-Sindicalismo?

O Nacional-Sindicalismo é um Movimento Nacionalista de carácter económico-social. Combate o comunismo, o socialismo, a democracia e a maçonaria e defende a organização corporativa e sindicalista nacional como meio próprio de assegurar à Nação condições de progresso e prosperidade e, a todos os Portugueses, uma era de justiça e paz social. Proclama o Nacional-Sindicalismo que é necessário valorizar e proteger o Trabalho, sob todas as suas formas, dignificar a Família, moralizar e robustecer a Nação. Afirma o Nacional-Sindicalismo que o equilíbrio de todos os valores sociais, num espírito de justiça e franca solidariedade, é condição indispensável para que, ajudando-se uns aos outros, todos eficazmente concorram, material, moral e espiritualmente para a felicidade colectiva e individual.

- Doutrina Nacional-Sindicalista, José Luiz Supico

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Mr. Death The Rise and Fall of Fred A. Leuchter Jr.

Acabei de ver o documentário “Mr. Death”, sobre Fred Leuchter. Para quem não sabe, Fred Leuchter é o engenheiro que, durante o julgamento de Ernst Zündel, realizou uma série de testes e recolheu várias amostras em Auschwitz, tendo concluído que era impossível que as alegadas “câmaras de gás” tivessem funcionado como tal.

A primeira meia hora do documentário lida com a vida de Leuchter antes do julgamento de Zündel, um pouco da sua infância e início da sua actividade profissional como construtor de equipamentos para execuções. A última hora do documentário debruça-se sobre o julgamento de Zündel, o chamado “Relatório Leuchter” e a perseguição subsequente de que Leuchter foi vítima, alternando o testemunho de Leuchter com o daqueles que contestam as suas conclusões.

Pareceu-me um documentário razoavelmente equilibrado e bem feito. Digo “razoavelmente equilibrado” porque um documentário verdadeiramente imparcial seria pedir demais, e isto é, provavelmente, o melhor que alguma vez será feito.

Dito isto, vamos lá “dissecar” um pouco as “subtilezas” presentes no documentário.

A primeira “testemunha de acusação” é o “historiador” Robert Jan Van Pelt. A primeira “subtileza” é a própria apresentação de Van Pelt. Reparem que Van Pelt é apresentado apenas como historiador, enquanto que David Irving(*) é apresentado como historiador “revisionista”. Se Irving é considerado revisionista por causa da sua posição em relação às alegadas câmaras de gás, porque é que Van Pelt não é apresentado como exterminacionista pelos mesmos motivos? Bem, adiante.

O próprio Van Pelt, ao referir-se a Auschwitz como o “Santo dos Santos”, confirma aquilo de já que suspeitávamos: o “holocausto” não é uma questão de história, mas sim de religião e fé – é dogma de fé e quem o ousar questionar é um herético.

É interessante notar que a argumentação de Van Pelt se baseia na seguinte ideia: Leuchter não tinha preparação para estudar Auschwitz! Mas como fica claro, a preparação a que ele se refere é “histórica” e não “técnica”, afinal de contas, Leuchter não passa de um engenheiro! Leuchter não percebe o drama humano que ali ocorreu, Leuchter não é suficientemente sensível à tragédia do “holocausto”, se fosse, não teria feito o que fez. Traduzindo o novilingua, o que o tipo está realmente a dizer é que Leuchter não estava suficientemente condicionado, não estava suficientemente doutrinado na nova religião laica – o “holocausto”.

Van Pelt continua dizendo que Leuchter não visitou os arquivos, se o tivesse feito teria encontrado tudo o que não encontrou. Curiosamente, com tanta prova ali à mão de semear, com tanta planta e esquema, o “historiador” Van Pelt não foi capaz de nos mostrar o diagrama de uma única câmara de gás, limitando-se a dois ou três telegramas ambíguos. Nem sequer uma ordem de extermínio foi capaz de nos apresentar!

E como que pressentindo esta crítica, o tal “historiador” arranja imediatamente uma solução: os alemães falavam por código! Que conveniente…

Para além destas alegações mais ou menos sérias, o resto da argumentação de Van Pelt não passa de retórica sentimentaloide.

Depois apresentam-nos o tipo do laboratório que realizou os testes. Como se torna óbvio pelo depoimento deste tipo, se Leuchter lá tivesse chegado e dito “Isto são amostras de Auschwitz, determine se há vestígios de gás ou não” ele teria concluído, sem margem para dúvidas, que sim (e até aposto que nem precisava de olhar para as amostras!).

A argumentação deste tipo, tal como a do “historiador” é fracota. Diz ele que, ao fazer os testes, desfez as amostras em pó e, ao fazê-lo, acabou por diluir a presença do gás (que fica agarrado apenas à superfície), tornando-o indetectável. Mas o tipo é estúpido, ou quê?! Então dizem-lhe que querem analisar a presença de gás naquelas amostras e ele esmaga-as, em vez de analisar as superfícies planas? E se ele sabia que não era possível testar eficazmente a presença de gás porque é que só se lembrou disso depois, e não na altura em que lhe encomendaram as análises? Mais uma vez, que conveniente…

Depois aparece um tal Shelley Shapiro, holocaustista profissional, que não hesita um segundo em acusar Leuchter de anti-semitismo. Como qualquer bom holocaustista profissional nem sequer se dá ao trabalho de apresentar uma prova que seja para consubstanciar a sua acusação. Provas?!… Não, isso é coisa de “anti-semitas”, esses é que se dão ao trabalho de fazer medições, recolher amostras, fazer análises. Ao “povo eleito” basta apontar o dedo e berrar e espumar de raiva.

Depois lá pelo meio há alguém que diz qualquer coisa do género: “Então não é que o sacana não cedeu às pressões!!!” (tradução do novilingua). E há mesmo quem diga: “ele teve a oportunidade de abjurar o que disse e pedir desculpa por lá ter ido, mas não o fez”. Isto faz-me lembrar o caso de um outro “revisionista”, um tal de Galileu, mas ao que parece esse abjurou mesmo.

Finalmente temos uma Suzanne Tabasky, apresentada como “Holocaust Educator”, menos sulfúrica que a judia que a precedeu, sempre dá o benefício da dúvida a Leuchter, dizendo que ele, muito provavelmente, acredita naquilo que diz. A oposição de Suzanne Tabasky à “negação do holocausto” é compreensível, afinal de contas, o “holocausto” é o seu ganha-pão!

Mesmo no final, a confirmar o carácter religioso do “holocausto”, há alguém que se refere a Leuchter como tendo feito “um pacto com o diabo”.

Há várias outras idiotias menores pelo meio (como dizer que negar o “holocausto” é “a way to be someone”, como se alguém estivesse disposto a ver a sua vida completamente destruída para ser “someone”), mas que não me dei ao trabalho de anotar.

No geral, um documentário razoavelmente equilibrado e bem feito, que deve ser visto com as devidas precauções e sempre “cum grano salis”. Ah! e já me esquecia: se é assim que os exterminacionistas nos esperam convencer da validade das suas teses, vão ter que fazer muito melhor, que assim não convencem ninguém que tenha um espírito minimamente crítico.

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(*) Não se percebe a inclusão de David Irving no documentário, já que não lhe permitem qualquer comentário histórico, mas apenas pequenas intervenções sobre Fred Leuchter.

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Isto é capaz de vos interessar...


Podem comprar aqui.

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Os russos que não se ponham finos...

O “perigo amarelo” na Rússia.

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Curiosamente os que estão na rua a defender os portugueses sabem da realidade e dizem algo bem diferente. Segundo Gilberto Sousa, presidente da Associação de Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL) “a pequena criminalidade praticada por imigrantes em estabelecimentos comerciais tem vindo a aumentar” ou como António Ramos presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP), ao afirmar que “antes de haver imigrantes brasileiros não havia assaltos nos semáforos”. Inclusivamente, o estudo recentemente encomendado pelo Ministério da Administração Interna (MAI) ao então professor universitário Nuno Severiano Teixeira (agora ministro da Defesa) refere que “a abertura das fronteiras foi causa do "surgimento de novas formas de criminalidade organizada transnacional”. (Será o ministro xenófobo?)

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Vejam e roam-se de inveja...


Casa Pound: centro sociale di destra a Roma

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El Capitalismo


Se denomina así al sistema económico que se basa en el predominio del capital como elemento de producción y creador de la riqueza.

FALSA IGUALDAD

En realidad lo que ha dado en llamarse "capitalismo", no es otra cosa que la faz económica del sistema liberal. En el orden de las ideas reconoce su lanzamiento público con la Revolución Francesa, que al grito de "libertad, igualdad, fraternidad" destruye toda forma de asociación y entrega a los trabajadores al juego inhumano de la oferta y la demanda.

Esto significó una incalificable explotación de los trabajadores por parte de los patronos, respaldada jurídicamente por la ficción que sostenía la igualdad de ambas partes de la contratación laboral. "Si trabajadores y empresarios son iguales, son libres por tanto de aceptar o no las condiciones de trabajo" pregonaban los capitalistas. Pero como es fácil advertir, muy distinta es la libertad del que posee los medios de pago y la del que necesita un salario para subsistir.

PRESCINDENCIA DEL ESTADO

Mientras en el orden económico, las empresas acumulaban beneficios merced a un sistema que admita la explotación del hombre por el hombre, en el orden político el Estado se declaraba prescindente. No intervenía para evitar esa injusticia: su lema fue "dejar hacer, dejar pasar..."

CAPTACIÓN DEL PODER POLÍTICO

Esta actitud de las democracias demo liberales permitió que a su amparo se crearan y crecieran enormes poderes paralelos al del propio Estado y se entronizara por tanto, una prepotencia económica despótica en manos de muy pocos.

LA EXPLOTACIÓN CAPITALISTA

Perón ha definido al capitalismo como "una fuerza de aglomeración, fría, internacional sin patria ni corazón. Es, en otras palabras, la aglutinación de lo espurio del dinero. Es también el acaparamiento de la riqueza".

Esa actitud del capitalismo que busca unificar el poder económico con el poder político, lo lleva a erigirse en instrumento de dominación. "Las economías de los países coloniales se han caracterizado -ha observado Perón- por estar al servicio del capital y nosotros queremos lo inverso; el capital al servicio de la economía".

FUNCIÓN SOCIAL DEL CAPITAL

Esto no significa que el justicialismo aliente la eliminación del capital, ni el enfrentamiento esterilizador entre las dos fuerzas que posibilitan la producción: "las luchas entre el capital y el trabajo son siempre destructivas y no hay ganancia para ellas, ni para una parte ni para la otra" (Perón). Por el contrario, lo que ha buscado siempre el justicialismo es reubicar al capital en su legitima función; así lo ha indicado el General: "muchas veces lo he dicho: necesitamos brazos, cerebros y capitales. Pero capitales que se humanicen en su función especifica, que extraigan la riqueza del seno de la tierra con el trabajo fecundo y que sepan anteponer su función social a la meramente utilitaria. Rechazo, en cambio y formulo mi más enérgico repudio, al dios del oro, improductivo y estático, al supercapitalismo frío y calculador".

- Extraído de "Pampa", Año 1 N° 2, Noviembre de 2000

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