"Escravatura... ou o outro lado de uma História mal contada"

Excelente caderno de J. Martins que desmascara um dos mitos modernos utilizados para culpabilizar o homem europeu: a escravatura dos negros. A escravatura existiu? Claro, ninguém o nega. Foi praticada pelos europeus? Com certeza. O que você não sabe é que a escravatura era prática corrente entre as próprias tribos africanas, ou que os muçulmanos a praticaram muito antes dos europeus. Fique a saber estas e outros “curiosidades” sobre a escravatura, que não encontrará nos livros ou jornais do sistema. (texto retirado da Voz Dissidente, nº 3)
Recomendo a todos os nacionalistas a aquisição deste caderno da Causa Identitária! Excelente leitura para formação pessoal ou para oferecer a um(a) amigo(a) obnubilado pelo «politicamente correcto».

posted by Nacionalista @ 7:24 da tarde, , links to this post


Chirac contra a escravatura

A França instituiu um dia nacional de recordação das vítimas da escravatura, o que estaria muito bem se não fosse mais uma tentativa descarada de culpabilização dos europeus, em mais uma manobra de desvirilização do homem branco, que não só se deve sentir culpado e envergonhado da sua história como deve ainda pedir eternamente perdão aos povos que agora o colonizam. Aliás, essa "culpa" e essa necessidade de "perdão" são mais uma das armas no arsenal dos imigracionistas para justificar a política de "portas abertas" em relação à imigração. Afinal de contas, temos de os compensar de alguma maneira!
* * *
Quando o presidente Chirac diz que a "escravatura alimentou o racismo", ou que o "racismo é um crime do coração e do espírito, e é por isso que a memória da escravatura continua a ser uma ferida aberta para alguns dos nossos cidadãos", não está mais do que a perpetuar o cliché branco = esclavagista, preto/árabe/muçulmano/etc. = vítima inocente do tenebroso homem branco.
É um cliché muito conveniente mas que esbarra frontalmente com a verdade.

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Será que o presidente Chirac sabe que a palavra escravo vem de eslavo?
Será que o presidente Chirac sabe que os antigos gregos praticavam a escravatura?
Será que o presidente Chirac sabe que os turcos escravizaram europeus dos Balcãs, que abasteciam tanto os haréns como os contingentes janízaros?
Será que o presidente Chirac sabe que os turcos e árabes praticavam a escravatura dos negros muito antes dos europeus o fazerem?
Será que o presidente Chirac sabe eram os próprios negros que vendiam outros negros aos europeus?
Será que o presidente Chirac sabe que Maias, Toltecas, Aztecas e Incas, submetiam inúmeras tribos à escravatura?
Será que o presidente Chirac sabe que a Libéria, país fundado por ex-escravos, foi censurado pela SDN por praticar a escravatura?
Será que o presidente Chirac sabe quem foi Espártaco?
Será que o presidente Chirac sabe que entre o século VIII e XI a França foi um dos maiores pontos de transferência de escravos brancos para o mundo muçulmano?
Será que o presidente Chirac sabe que foram os europeus que puseram fim à escravatura?
Será que o presidente Chirac sabe que o seu bem amado Al-Corão não só não condena esta prática como até a legitima?
Será que o presidente Chirac sabe que todos os povos praticaram a escravatura?
Será que o presidente Chirac sabe que a escravatura não tem nada a ver com racismo?
Será que o presidente Chirac sabe que somos todos descendentes de escravos?
Se calhar não sabe…

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Ainda Einstein

Após o último post ocorreu-me que alguns leitores poderiam pensar: "mas como é que uma fraude tão flagrante pode ter ficado impune todos estes anos?!" Eu cá acho que tem a ver com uma certa tribo...

posted by Nacionalista @ 6:29 da tarde, , links to this post


Einstein

Um dia destes estava a fazer zapping quando apanho um programa qualquer num desses canais de TV Cabo dedicados aos documentários. Pelo que percebi tratava-se de um documentário sobre um cientista que, sem que ninguém soubesse, retirou e conservou o cérebro de Einstein para investigações futuras. A ideia do dito cientista era descobrir o que tinha o cérebro de Einstein de tão especial, porque é que ele era tão genial. Parece que anos e anos de investigações não produziram qualquer conclusão. Para os senhores que fizeram o documentário isto era muito intrigante. Se tivessem lido isto, isto e isto já sabiam porquê.

posted by Nacionalista @ 6:27 da tarde, , links to this post


O Soldado Político

O texto desta reimpressão não foi alterado. Era, obviamente, tentador actualizar aqui e ali, mas após reflexão tornou-se óbvio que essa actualização só poderia afectar detalhes: a inflação pode estar mais alta ou mais baixa; o desemprego em crescimento ou regressão; os partidos do governo podem mudar. Mas nenhum destes detalhes altera de forma significativa a mensagem essencial d'O Soldado Político: o que é preciso acima de tudo é uma mudança fundamental na atitude perante a luta, perante a vida, perante o destino; não pode haver, e não haverá, nenhuma mudança séria na direcção tomada pelos países da Europa até que o Homem Novo, como um gigante no horizonte, capaz de moldar e inspirar uma Nova Ordem Social, se erga e a construa, não de acordo com as alíneas e subalíneas de algum manifesto político abstracto, mas de acordo com os princípios objectivamente verdadeiros de um credo no qual acredita e que é a base da sua acção, e extraindo a sua vida da Lei Eterna de Deus. Sem esta crença central de que a nossa Causa é absoluta, imutável, intemporal, corremos o risco muito real da traição: traição pelos oportunistas de Partido; traição pelos que se obstinam com a “imagem nos media”; traição pelos fascinados pela ilusão e falsidade da democracia liberal.

O Homem Novo, portanto, não é apenas um obstáculo à traição, mas, de facto, a única alternativa a uma traição certa. O Homem Novo é o mensageiro de uma Nova Ordem Social, mas o seu aparecimento neste momento crucial da nossa História, não é, de maneira alguma, uma conclusão inevitável. Muitos pensam, erradamente, que podem aderir publicamente aos nossos valores, e no entanto levar uma vida privada de degeneração; não me refiro à nossa tendência para pecar, mas antes à recusa da admissão da existência do Pecado nas nossas vidas e à tentativa de o conquistar através de uma luta penosa e permanente. Sem esta consciência do pecado, e com a contradição que existe frequentemente entre as nossas crenças públicas e as nossas acções privadas, entramos no caminho da hipocrisia que leva necessariamente à estrada da Perfídia e Traição. O Homem Novo é, portanto, necessariamente um homem moral, pois só assim poderá possuir a profunda paz interior e a confiança que lhe permitem combater o mundo, os seus poderes e as suas dominações, sem medo da Morte.

Alguns observaram que O Soldado Político parece exigir a criação de Santos Guerreiros. E assim é. Qual é o problema? Ninguém duvida por um momento que esta exigência requer um tremendo esforço e dedicação, mas é um objectivo totalmente desejável, pois um Santo persegue Fins que são Bons e Verdadeiros, e usa Meios que são Puros e Veneráveis. Que tipo de militante político não procura o Bom e o Verdadeiro, o Puro e o Venerável? Alguns comentam que “a política é demasiado suja” para que isto seja possível. É certo que no mundo moderno a vida política se tornou vil até um ponto horrível, não obstante, a verdade é que se não apontarmos ao Bom e Verdadeiro, ao Puro e Venerável, acabaremos quase inevitavelmente por nos afundarmos na fossa de lixo político que sufoca o nosso legado Europeu. Quem pode ouvir, ou seguir em fé, políticos que mentem, enganam ou viram casacas; políticos que enganam as suas mulheres, namoradas e camaradas; políticos cujos Fins variam conforme a sua ambição, oportunismo e ganância? O Homem Novo tem, portanto, de se destacar como um farol flamejante na escuridão infinita; pelo que diz; pelo que faz; pela forma como age.

Em nenhuma outra situação é a necessidade de clareza de Pensamento e Acção maior do que na forma como expressamos as nossas crenças. A primeira edição d'O Soldado Político foi publicada sob os auspícios da Frente Nacional, grupo que este autor abandonou há anos, e que para todos os efeitos práticos desapareceu da paisagem política do país. Deo gratias. Desapareceu porque confundia a Ideia com o Veículo. A Ideia é espiritual, algo divino, enquanto que o Veículo é construído, crescendo ou diminuindo na sua capacidade de expressar e realizar a Ideia. A Ideia permanece pura, mesmo quando o Veículo se tornou corrupto, apodrecido. A Verdade é sempre Verdade, mesmo num mundo de mentirosos. O Veículo existe apenas para servir a Ideia; quando deixa de o fazer, tem de ser abandonado a bem da Ideia.

Finalmente, refiramo-nos ao facto de que o mundo mudou dramaticamente nos últimos dez anos. A velha União Soviética está aparentemente morta; a Eutanásia, o desejo de matar os velhos por lei, aproxima-se da vitória em vários parlamentos nacionais europeus; a SIDA faz tombar pervertidos por todo o mundo, a vingança de uma Ordem Moral ridicularizada e ignorada durante demasiado tempo; o movimento New Age tenta preencher um vácuo espiritual mundial com uma filosofia de vida da treta que não é mais do que Bruxaria e Satanismo travestidos como um novo e atractivo Modo de Vida. Sim, o mundo mudou, e continuará a mudar para pior. Cada dia se torna mais inaceitável, mais insuportável.

É precisamente este processo de desintegração e decadência que faz com que o Homem Novo, o Soldado Político, seja não menos, mas mais urgente, mais necessário do que alguma vez foi. A Verdade e os Valores Correctos não estão apenas a desaparecer de vista, mas começam a tornar-se incompreensíveis para um número cada vez maior de pessoas: consequência inevitável de um mundo mergulhado no veneno do Liberalismo de todos os tipos. Se o Soldado Político não se erguer e proclamar a Verdade, não apontar os Valores Correctos, quem o fará? Que futuro para as nossas famílias, para as nossas nações, para a nossa cultura?

Confrontado por todos os lados com injustiça e exploração o homem comum rezinga: “O que posso eu fazer?”. A resposta é assustadoramente simples: LUTAR, LUTAR e LUTAR OUTRA VEZ! Acaba com a baixeza e a cobardia que caracteriza a nossa época. Desfralda os estandartes da Verdade, Heroísmo e Sacrifício. Tornem-se os Guerreiros e Santos que outrora tornaram esta terra digna de amor e respeito. Vive a tua vida para que outros possam viver, e vive grandiosamente. Lança a Guerra Santa que limpa a alma, purifica a mente e expulsa para sempre os traidores e covardes do nosso seio! Luta com coragem, determinação granítica e um coração alegre até à Vitória Final!
– Derek Holland, O Soldado Político

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Imigração = arma do capital

Não sou só eu que o digo. The real purpose of the government's open-door immigration policy is now clear: to undermine the wages and conditions of British workers.

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Agora já sabemos

Andava toda a gente a interrogar-se sobre o que faria Manuel Alegre com o milhão de votos que conseguiu nas presidenciais. Agora já sabemos, criou um «movimento de cidadãos», que não pretende «projectar-se nem interferir na vida interna de qualquer partido político» (pois claro, nem ninguém pensou o contrário). Alegre tomou a decisão que já se esperava: tendo poucas possibilidades de pressionar e manobrar o PS a partir de dentro, e não querendo desperdiçar o “peso” extra que esta votação lhe confere, decidiu pressionar o PS a partir de fora. Se resultar, o PSD agradece.

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Da Tradição (II)

Já conhecem o Centro de Estudos Evolianos da Argentina?

posted by Nacionalista @ 4:35 da tarde, , links to this post


Da Tradição (I)

Para a Tradição a matéria é um símbolo do espírito, serve principalmente para nos permitir perceber com maior claridade as desordens existentes operadas em primeiro lugar na esfera superior. Sabemos bem que dos três factores que compõem a economia – trabalho, capital (terra e maquinaria) e dinheiro – só um deles, o dinheiro, carece de valor intrínseco e é por tanto o menos importante de todos, porque pode ser facilmente substituído. Numa ordem subvertida, como a do materialismo em que vivemos actualmente, acontece que pelo contrário se transforma no mais importante dos factores.
– Marcos Ghio, El Espíritu Legionario

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Greve em França

Vários milhares de professores franceses fizeram greve no passado dia 26, em protesto contra a onde de violência sentida em muitas escolas. Em todas as escolas? Não, nas escolas situadas em high immigration suburbs, ou seja, em zonas de muita imigração. Coincidência, certamente.

Alguns casos: um miúdo de 13 (!!!) anos agarrou uma professora grávida pela garganta, enquanto os seus colegas aplaudiam, outro professor foi esmurrado, em Gisors um aluno partiu o nariz ao professor à cabeçada, em Argenteuil foi lançado um petardo contra uma escola e em Etampes um professor foi esfaqueado no estômago!

E o que dizem os professores perante este cenário? Exigem mais segurança? Exigem a dignificação da sua profissão? Exigem a aplicação de castigos exemplares aos desordeiros? Apontam o dedo aos causadores destes tumultos? Não!

Apontam o dedo ao "governo de centro-direita", que pelos vistos ainda não se vergou o suficiente. Segundo Gisèle Jean do sindicato SNES-FSU: These difficult even violent pupils still need to be looked after in schools and given a real future. But the new government policy … gives the opposite signal: they are going to take away resources from the schools that most need them. Sim, claro, eles agridem-vos e vocês dão-lhes mais dinheiro. Será que sou só eu que acho isto absurdo? Como perguntaria o Alberto João: “está tudo grosso?”

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Manoel Gontijo

Manoel Gontijo, um blogue brasileiro, conservador-liberal demais para o meu gosto, mas que ainda assim vale a pena ler.

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Cartazes de que gosto (I)

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Los «nazis» de Portugal (excertos)

Artigo de Ramiro Ledesma Ramos sobre os Nacional-Sindicalistas portugueses, publicado em Maio de 1933 no nº 1 da revista «JONS».
Algunos periódicos españoles, en prueba de esa generosidad tan madrileña hacia lo extranjero, han dedicado amplios reportajes al nacional-socialismo portugués. Lo hemos visto desfilar por la pantalla de grandes diarios de Madrid con un lujo fotográfico que tardará muchos lustros en disfrutar dentro de Portugal. Entre otras razones, porque allí no hay órganos periodísticos que sean capaces de semejante alarde.
(...)
El joven partido portugués posee, desde hace poco más de un año, un diario: «Revolução». Este periódico, dentro de su modestia, está bien hecho. Nos parece que cumple hábilmente su cometido. En él pelean con destreza frente a los residuos del «democratismo» portugués y saben extender, en forma combativa y atrayente, su doctrina social y nacionalista.
Pero nuestros caros «irmãos de la beira mare atlãntica» están poseídos de un antiespañolismo demagógico. Mantienen que Galicia - nada menos que Galicia - es para ellos tierra irredenta y querrían conquistar España entera y el mundo si les dejasen.
No hace mucho, cierto orador lírico que poseen decía en un pueblo del interior de Portugal que éste es la «cabeça da Europa e do mundo». A la vez, el partido se deshace con cualquier ocasión o sin ocasión ninguna en arrumacos con Inglaterra. Hablan de «da sagrada alianza» con este imperio. (La alianza del ignominioso Ultimátum del 90, la alianza de los setenta mil muertos portugueses en la gran guerra. ¡Qué diría Antonio Sardinha si viviera…!)
(...)

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Andamos a tentar roubar o eleitorado do BE?

O CDS-PP propôs ontem, na Assembleia da República, que sejam agravadas as penas para os crimes de racismo, também designados por crimes de ódio.

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A esperança está no Leste

Do crepúsculo ao alvor – síntese duma visão do Mundo (podem ler aqui). É este o título de uma conferência pronunciada por Guillaume Faye durante a sua recente estadia na Rússia. Pormenor “curioso”: esta conferência foi pronunciada na Duma, o parlamento russo, onde Faye foi recebido pelos deputados do partido Rodina (Pátria). Para além da Duma, Faye visitou e deu palestras também nas universidades de Moscovo e São Petersburgo. Para além deste “circuito” de conferências, Faye teve também a oportunidade de falar, abundantemente e com total liberdade de expressão, com os meios de comunicação russos: na Rússia não há “politicamente correcto” e dizer a verdade (ainda?) não é crime. De ressaltar que a ideia de uma Eurosibéria “etnocentrada e autocentrada” parece ter sido muito bem recebida.
Imagem: capa da edição russa do livro Coup d'État Mondial, de Guillaume Faye
Visita ao Parlamento, discurso perante os deputados, reuniões com partidos com assento parlamentar, conferências em universidades… Alguém imagina que isto fosse possível num país “democrático” da Europa “ocidental”?! Os russos demonstram que “ainda os têm no sítio”, que o etnomasoquismo e a xenofilia são doenças que (ainda?) não os afectam, que são os únicos europeus que o querem continuar a ser. Sem dúvida: a esperança da Europa está no Leste!

(o relato desta viagem foi publicado na revista francesa Terre et Peuple, nº 24, e posteriormente traduzido e publicado na revista espanhola Tierra y Pueblo, nº 10 – que a Causa Identitária tem à venda)

posted by Nacionalista @ 4:54 da tarde, , links to this post


Sejamos um grão de areia!

«Somos (…), o grão de areia (…) que tem em si dureza bastante para fazer parar os movimentos das engrenagens em cujas rodas se inscrevem as palavras fatídicas da nossa idade – Maçonaria, Democracia, Comunismo (…), o grão de areia provém afinal, de uma vontade robusta que aderiu a uma doutrina. É feito de força de vontade e de mística, é aquele potencial de ener­gia que mobiliza as massas inertes, e, por um milagre, as converte em forças irresistíveis (…). Sejamos duros, cessaricamente duros (…). Organizemo-nos, cada vez melhor, alarguemos as nossas fileiras por uma propaganda cada vez mais intensa, militarizemo-nos, elevemos à pujan­ça completa a seiva da juventude que em nós estua!»

Avante! (Editorial «Somos um grão de areia», Avante!, nº 12, (1ª série), 20/04/1934, p. 1.)

posted by Nacionalista @ 3:39 da manhã, , links to this post


Vanguarda

Vanguarda:

do Fr. ant. avanguarda

s. f.,
dianteira do exército;
o corpo que abre a marcha;
frente.

posted by Nacionalista @ 2:49 da manhã, , links to this post